Fukushima : Um novo 11 de Setembro ? - Parte II

11-05-2012 17:07

Traduzi excertos que me parecem importantes do artigo de Jim Stone onde este apresenta argumentos verificáveis para comprovar a sua tese. O negrito e o sublinhado foram colocados por mim para salientar o que considero serem os pontos-chave da argumentação de Stone. Estes argumentos baseiam-se em fotografias   (vista de cima ) e (vista de frente) classificadas dos reatores de Fukushima tiradas por drones (aviões não tripulados) a que Stone teve acesso.

"1. O reator 3 desapareceu completamente , isto significa que a a imprensa e qualquer um que faça afirmações sobre leituras de pressão, temperatura, etc. no reator 3 depois de 14 de Março de 2011 está a mentir  ... "
2. O reator 4 é equivalente ao "Building 7" no 11 de Setembro (os leitores que estudaram os atentados de 11 de Setembro saberão que este edifício desmoronou apesar de não ter sido alvo de qualquer ataque "terrorista"- NT). O reator 4 é o " Building 7", demolido com o uso de explosivos. O Reator 4 não tinha combustível nuclear e a sua cobertura interna de aço inoxidável estava a ser substituída , mas, apesar disso, explodiu destruindo a sua estrutura de contenção. Esta é a prova DEFINITIVA, um reator vazio é inerte, e não pode produzir uma explosão,  ... As  "open fuel pools" ( é uma expressão técnica relativa aos reatores nucleares que tentarei traduzir grosseiramente como "piscinas de combustível nuclear a céu aberto"- NT ) sobreaquecidas não podem produzir hidrogénio porque neste caso a água ferve a 100 ºC, e não estará presente a 2000 ºC na forma pressurizada para libertar o seu hidrogénio (através da libertação do seu oxigénio para o revestimento de zinco do combustível nuclear). O combustível nuclear preferirá o oxigénio livre do ar e entrará em combustão muito antes de tentar usar o oxigénio de qualquer humidade que esteja presente. O combustível nuclear ( fuel rods no original - NT) contém apenas 20 % de material fissível , e portanto não poderia ter produzido a  "prompt criticality" nas "fuel pools" que tinha sido proposta como explicação por Arnie Gundersen,"o mais qualificado engenheiro nuclear do mundo". ( Jim Stone duvida das qualificações deste suposto perito nuclear-NT). A cúpula do reator 4 tinha sido retirada para se realizar o reabastecimento de combustível nuclear. As fotos dos drones provam isso. Isto acaba com os rumores que circulam sobre a explosão do reator 4. Algumas pessoas disseram que este reator estava a funcionar secretamente para enriquecer plutónio. As fotos provam que este reator foi desmontado para substituição da cobertura ...

3. A destruição verificada nos reatores é tão severa que só poderia ter sido causada por explosões nucleares.O hidrogénio gasoso produz uma explosão sub-sónica não ideal que não pode pulverizar o concreto. Pode produzir elevadas pressões num ambiente selado, mas o teto metálico em todas as estruturas de contenção dos reatores teria recebido o impacto e seria a única parte do reator que ficaria destruída.É necessário utilizar explosivos de elevada intensidade com uma onda de choque com velocidade várias vezes superior à supersónica para provocar o tipo de danos observados no concreto . Isto significa que o que quer que tenha ocorrido em Fukushima não tinha as carterísticas da versão "oficial"...  Fukushima foi construída utilizando o design de contenção (containment design no original-NT)  Mark 1 , ... É verdade que as explosões de gás podem ser muito destrutivas, mas apenas em instalações que não estão concebidas para as suportar. Mesmo o design mais básico de contenção Mark 1 era mais do que capaz de resistir à pior explosão de hidrogénio.

4. Armas nucleares foram colocadas no interior das estruturas de contenção dos reatores disfarçadas de câmeras de segurança instaladas pela firma israelita Magna BSP, baseada em Arava (um distrito nas redondezas de Dimona ) (Dimona é um dos locais onde Israel realizou pesquisas para a produção de bombas atómicas-NT) . Estas " câmeras de segurança" pesavam mais de 1000 libras (cerca de 454 Kg) e tinham as dimensões e forma de armas nucleares de fissão do tipo balístico (usam o mesmo princípio da bomba lançada sobre Hiroshima-NT). De acordo com a wikipedia " Armas de fissão de tipo balístico são armas nucleares de fissão cujo desenho agrega o seu material físsil numa massa supercrítica pelo uso do método balístico: disparando um pedaço de material sub-crítico contra outro. Embora tal mecanismo seja, por vezes, visualizado como dois hemisférios sub-críticos lançados um contra o outro formando uma esfera crítica, tipicamente dispara-se um projéctil oco contra um espigão que preencherá o seu interior. O nome deste método provém do facto de se disparar o material por um cano de artilharia, tal como de um projéctil se tratasse. Outros esquemas potenciais podem incluir o disparo de duas peças uma contra a outra em simultâneo, embora se desconheça se esta técnica foi efectivamente utilizada." A explicação dada pela Magna BSP para a forma estranha, o enorme peso e as elevadas dimensões das câmeras foi que estas eram estereoscópicas. Uma câmera estereoscópica poderia ser plausível muma pista de aviação, onde a câmera precisaria de uma profundidade de percepção da ordem de grandeza de milhas, mas não no interior da estrutura de contenção de um reator, onde as distâncias focais são curtas. Esta percepção de elevada profundidade poderia ser conseguida usando duas câmeras mais pequenas montadas separadamente. Porquê então estas câmeras enormes quando é possível usar armas nucleares mais pequenas ? As armas nucleares produzem sempre uma certa quantidade de calor e, se fossem usadas armas nucleares mais pequenas seria óbvio que a "câmera" estaria quente, mesmo quando desligada. Isto levantaria questões, especialmente numa instalação nuclear. As enormes dimensões e peso das câmeras ajudaram a esconder o calor produzido pelo decaimento. "

A figura seguinte mostra à esquerda diagramas de armas nucleares do tipo balístico ao lado da câmera da Magna BSP. À direita mostra-se a explosão do reator 3 de Fukushima ao lado da fotografia da uma explosão de uma arma nuclear.

Comparação de uma arma nuclear do tipo balístico (à esquerda) com as câmeras da Magna BSP

Os leitores portugueses talvez desconheçam que o artigo de Jim Stone sobre Fukushima está a ter um grande impato e provocou um "conflito" no mundo "alternativo" entre Jeff Rense , do famoso site alternativo  www.rense.com e Henry Makow, do site www.henrymakow.com. Vejam por exemplo  http://www.henrymakow.com/theargumentfukushimasabotage.html  para ficarem com uma ideia do que causou esta rutura no mundo da informação "alternativa".

 

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