Jogos Olímpicos 2012 : Próximo ataque de falsa-bandeira ?

27-06-2012 23:28

Jornalista infiltrado numa empresa responsável pela segurança dos Jogos Olímpicos faz revelações extraordinárias.

Segue a tradução do artigo da infowars relativo a este caso mal conhecido que tem causado grande impato no mundo alternativo mas, infelizmente, tem sido ignorado pelos meios de comunicação de massas. O negrito é da minha responsabilidade.

http://www.infowars.com/whistleblower-reveals-plan-to-evacuate-london-during-olympics/

" Um jornalista disfarçado com o pseudónimo "Lee Hazledean ' fez revelações surpreendentes sobre a maneira como se infiltrou na G4S - empresa privada responsável pela segurança nos Jogos Olímpicos de Londres - e descobriu os planos chocantes para a evacuação de Londres e a existência de 200.000 "casket linings" (NT- caixões temporários),bem como falhas nas medidas de segurança que deixam os jogos vulneráveis a um ataque.

A entrevista de Hazledean com Tony Gosling, editor e apresentador do Bilderberg.org e anfitrião do programa da BCFM "Friday Drivetime", foi viral na web ao longo dos últimos dias. Hazledean é um jornalista disfarçado (NT - "undercover journalist") de um programa de televisão em Londres que já trabalhou com agências noticiosas em temas de grande impato, mas quando se aproximou dos principais meios de comunicação com a sua história bombástica, estes não mostraram nenhum interesse.

Quando Hazledean perguntou a Andy Davies, Correspondente de Assuntos Internos do Channel 4, se este iria correr a história, Davies respondeu que não estava interessado e dias depois o Channel 4 passou uma "puff piece" (NT - peça jornalística destinada a dar uma imagem "limpa" de algum assunto procurando minimizar a controvérsia) que retratava a G4S como uma organização competente e séria.

"Mandei um e-mail, liguei-lhe, ele não estava interessado e disse que há um "media blackout" (NT - recusa dos meios de comunicação mais importantes em relatar a notícia) sobre este tipo de história, pelo que ninguém estaria interessado em divulgá-la", disse Hazledean.

Na entrevista, Hazledean revela que bastou o preenchimento de um formulário de aplicação para conseguir emprego na G4S, a empresa privada que presta segurança para a Olimpíada, e que não passou por nenhuma verificação de antecedentes e que suas referências pessoais não foram verificadas.

Os empregados recebem apenas dois dias de treino para executar checkpoints do estilo de um aeroporto, que incluem scanners corporais, que Hazledean disse "serem completamente desligados" nos horários de pico, ou seja, os terroristas poderiam simplesmente entrar no evento com munições ou explosivos com uma elevada probabilidade de não serem detetados.

"Na verdade, fui convidado para ser um candidato a terrorista no último dia de treino e foi-me dada uma faca, uma arma e um  IED  (NT - explosivo improvisado), e em todas as três ocasiões passei pelo detector de metais e também através do scanner da máquina de raios-X ", disse Hazledean, acrescentando que os terroristas poderiam facilmente criar  um "massacre", dada a natureza negligente da segurança.

"Eles não estão a treiná-los corretamente ... estão muito expostos a um ataque terrorista que seria feito com grande facilidade e eu não digo isto com leveza", disse Hazledean, acrescentando que testemunhou membros da G4S a fazerem tráfico de droga enquanto decorriam as aulas de treino, enquanto outros tiravam fotos de vigilância de áreas supostamente seguras com os seus telemóveis (NT - "celulares" para os leitores brasileiros). Hazledean disse que uma grande parte do pessoal da segurança era pouco qualificado e que muitos deles mal sabiam falar inglês.

Hazledean também revelou como o grande contingente de soldados que estavam a ser levados para Londres para os Jogos Olímpicos incluem "um grande número de tropas da ONU que seriam colocadas no interior e ao redor de Londres", incluindo tropas americanas e alemãs.

Hazledean também revelou que uniformes da G4S estavam a ser dados a pessoal não autorizado e alguns tinham sido roubados.

 A revelação mais arrepiante de Hazledean foi como tomou conhecimento sobre os preparativos para a evacuação de Londres e como, "Os guardas de segurança utilizados para as Olimpíadas vão estar na frente das operações na retirada do público de Londres."

"Eles parecem muito sérios acerca disso, passaram muito tempo a trabalhar nisso", disse Hazledean, notando como o G4S passou duas horas a falar sobre a evacuação de Londres, em comparação com apenas meia hora a falar sobre os procedimentos de segurança da Olimpíada em si.

O denunciante (NT- "whistleblower") também observou que os mais de 100.000 soldados que seriam estacionados em Londres durante as Olimpíadas seriam suficientes para realizar uma evacuação em larga escala.

Outra faceta assustadora que Hazledean descobriu foi que 200.000 "casket linings" (caixões temporários) estavam a ser enviados para Londres, tendo cada um a capacidade para armazenar quatro corpos . O denunciante expressou o seu espanto pelo facto de guardas de segurança que trabalham em procedimentos mundanos de triagem precisarem de saber esse tipo de informações.

Hazledean também revelou como foi informado que drones (NT- aviões não tripulados) "Predator" iriam voar sobre Londres, em preparação para ataques terroristas, e que foi mostrado aos funcionários da G4S um vídeo de um drone a matar um grupo de pessoas no Afeganistão.

Hazledean observou como os líderes da G4S encaravam o público como "a escória da terra" e também diziam aos seus funcionários que a polícia não tinha nenhuma autoridade sobre eles. Também relatou como um dos líderes da organização lhe disse que um evento após os Jogos Olímpicos seria um "momento decisivo" para Londres, mas quando pressionado, se recusou a divulgar o que queria dizer.

Hazledean não é o primeiro a denunciar a G4S. No início deste mês, a funcionária (NT - "data input clerk" no original) Sarah Hubble revelou que foi demitida pela G4S depois de reclamar que a organização estava a negligenciar os seus preparativos de segurança para os Jogos Olímpicos...

Falando com a Infowars, Hazledean disse que estava a fazer planos de contingência para o caso de ser ameaçado de morte ou de se tornar (doutra forma) um alvo das autoridades.

Quando lhe foi perguntado sobre um "meme" que circula na internet em que teorias da conspiração sobre um ataque de falsa-bandeira nos Jogos Olímpicos estão a ser deliberadamente encorajadas para dar a ideia que os "truthers" (NT - indivíduos que não acreditam nas versões oficiais de acontecimentos como, por exemplo, o 11 de Setembro) são paranóicos se nada acontecer, Hazledean salientou que a mera divulgação da história era necessária pois poderia impedir qualquer ataque planeado."

 

Comentário: Se as informações de Hazledean forem corretas é provável que um ataque de falsa-bandeira de grandes dimensões esteja a ser preparado (ou estava ... se acreditarmos no efeito preventivo da divulgação da informação) para os Jogos Olímpicos de Londres.  Alguns acreditam que esse atentado envolverá o uso de armas nucleares e/ou químicas e biológicas.O número de baixas desse atentado poderia atingir as dezenas ou centenas de milhares de mortos. Num documento datado de Maio de 2010 da Fundação Rockefeller intitulado " Scenarios for the Future of Technology and International Development" (Cenários para o Futuro da Tecnologia e do Desenvolvimento Internacional ) um dos cenários para o futuro envolve um atentado nos Jogos Olímpicos de 2012 que causaria mais de dez mil mortos.

 

 

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